Trump ameaça usar Lei de Insurreição contra manifestações nos EUA

Isabela Moraes
Tempo: 1 min.

Em uma declaração recente, Donald Trump manifestou a intenção de invocar a Lei de Insurreição, o que lhe permitiria empregar as Forças Armadas para atividades relacionadas à segurança pública. Essa medida visa conter manifestações contra as ações do serviço de imigração dos Estados Unidos, que têm gerado forte reação popular. A ameaça foi proferida em 15 de janeiro de 2026, em um contexto de crescente tensão social no país.

A Lei de Insurreição, um dispositivo legal pouco utilizado, permite que o governo federal mobilize tropas para restaurar a ordem em situações consideradas críticas. A proposta de Trump levanta questões significativas sobre o papel das forças armadas em questões civis, além de provocar debates sobre o direito à manifestação pacífica. Especialistas alertam que essa abordagem pode infringir liberdades civis fundamentais e exacerbar divisões sociais.

As implicações dessa ameaça são amplas, considerando o clima político polarizado nos Estados Unidos. A possibilidade de militarização de resposta a protestos pode gerar um aumento na resistência da população e acirrar a já tensa relação entre o governo e os manifestantes. A situação requer atenção contínua, pois o uso da força militar em contextos civis pode ter repercussões duradouras na democracia americana.

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