Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, no dia 22 de janeiro de 2026, a criação do Conselho de Paz. Este novo órgão tem como objetivo atuar na prevenção e mediação de conflitos globais, e já conta com a adesão de aproximadamente 35 países, enquanto mais de 50 foram convidados a participar, incluindo o Brasil.
A lista de países que confirmaram participação inclui nomes como Paquistão, Egito, Jordânia e Arábia Saudita. Entretanto, a proposta gerou inquietação entre aliados, uma vez que Trump sugeriu que o conselho poderia, no futuro, substituir a Organização das Nações Unidas. As regras do conselho estabelecem que Trump presidirá a entidade, e sua saída do cargo só ocorrerá por renúncia ou incapacitação reconhecida por voto unânime do conselho executivo.
Além disso, o documento que rege o funcionamento do conselho prevê mandatos de até três anos para seus membros, com exceção daqueles que contribuírem financeiramente com mais de US$ 1 bilhão, o que garantiria participação permanente. O conselho executivo contará com figuras proeminentes, como o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o ex-primeiro-ministro britânico, Tony Blair, levantando questões sobre o futuro das dinâmicas de poder global.

