Trump apresenta Conselho de Paz em Davos com ausências significativas

Isabela Moraes
Tempo: 2 min.

Na quinta-feira, 22 de janeiro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou seu controverso Conselho de Paz durante um evento em Davos, na Suíça. A cerimônia contou com a presença de cerca de 20 líderes, incluindo os presidentes da Argentina e do Paraguai, mas deixou de fora aliados-chave como o Reino Unido, França e Alemanha. O novo órgão é visto como uma alternativa à ONU, o que gerou ceticismo entre diversos países convidados.

O Conselho de Paz foi inicialmente planejado para supervisionar um cessar-fogo na Faixa de Gaza, mas sua ambição se expandiu para abordar conflitos globais. Apesar de aproximadamente 60 governos terem sido convidados, a adesão de aliados ocidentais foi limitada, com apenas Hungria e Bulgária se comprometendo. Críticas à iniciativa surgiram, com vários líderes expressando dúvidas sobre a compatibilidade do novo conselho com as estruturas existentes da ONU e do direito internacional.

Com a adesão de pelo menos 35 chefes de Estado, incluindo países como Israel, Paquistão e Turquia, o futuro do Conselho de Paz ainda é incerto. A China e a Rússia demonstraram interesse, mas não confirmaram sua participação. A ONU, por meio de seu secretário-geral, já expressou ceticismo em relação à proposta de Trump, que continua a criticar a eficácia da organização internacional na promoção da paz.

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