O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou em 9 de janeiro de 2026 que decidiu cancelar um segundo ataque planejado à Venezuela, após o governo venezuelano libertar diversos presos políticos. Trump destacou que esse gesto é um sinal positivo de cooperação entre os dois países e afirmou que a ação militar não é mais necessária. A líder interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, por sua vez, negou qualquer controle dos EUA sobre o país, ressaltando a independência da nação sul-americana.
A libertação de presos políticos foi anunciada pelo presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, e ocorreu em um contexto de tensões entre Caracas e Washington. Embora Trump tenha mencionado a permanência das tropas da Marinha americana no Mar do Caribe por razões de segurança, a declaração de Rodríguez enfatizou que a Venezuela não se submeterá a potências estrangeiras. As relações entre os dois países continuam a ser um tema central na política regional e internacional.
As implicações desse desenvolvimento são significativas para o futuro das relações EUA-Venezuela, visto que a liberdade dos presos pode ser vista como um esforço do governo venezuelano para aliviar a pressão internacional. Entretanto, a insistência de Trump em manter o controle americano sobre a situação na Venezuela sugere que a tensão pode persistir. O cenário atual pode levar a novos desdobramentos, tanto na política interna da Venezuela quanto na dinâmica geopolítica da América Latina.

