Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a criação do Conselho de Paz em 22 de janeiro de 2026. Em seu discurso, Trump afirmou que quando a América prospera, o mundo também se beneficia, e criticou a Organização das Nações Unidas, destacando sua ineficácia em resolver conflitos globais.
O novo grupo, segundo Trump, tem como objetivo encerrar guerras e promover a paz, com a expectativa de que cerca de 60 líderes mundiais participem. Entre os convidados estão o presidente da Argentina e outros líderes internacionais. No entanto, o estatuto do conselho concede a Trump amplos poderes, incluindo a possibilidade de um mandato vitalício, o que gera receios sobre uma possível diminuição da influência da ONU.
Especialistas alertam que a criação do Conselho de Paz pode resultar na formação de uma estrutura paralela à ONU, o que poderia debilitar ainda mais a capacidade da organização em mediar conflitos globais. A comunidade internacional observa atentamente as implicações dessa nova iniciativa, especialmente com relação ao financiamento e ao poder centralizado sob a liderança de Trump.

