Em 16 de janeiro de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a formação de um ‘conselho de paz’ com o objetivo de gerenciar a reconstrução da Faixa de Gaza. Este conselho, que conta com sete membros, inclui figuras proeminentes como o secretário de Estado Marco Rubio e o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair. A criação do grupo ocorre em um contexto de cessar-fogo delicado entre Israel e Hamas, o que ressalta a importância da iniciativa na promoção da estabilidade regional.
O conselho é encarregado de gerenciar portfólios definidos que são críticos para a estabilização e o sucesso a longo prazo de Gaza. Entre os membros, estão também o genro de Trump, Jared Kushner, e o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, refletindo a tentativa de mobilizar recursos e expertise internacionais para a região. Trump atuará como presidente do conselho, e novas nomeações podem acontecer nas próximas semanas, ampliando a influência do grupo na administração do território.
As implicações da criação deste conselho são significativas, pois visam não apenas à reconstrução física da Gaza, mas também à implementação de uma administração transitória que possa facilitar a paz duradoura. À medida que o conselho avança, a comunidade internacional observará de perto suas ações e o impacto na relação entre israelenses e palestinos. A iniciativa pode representar um passo importante em um processo de paz mais amplo, embora os desafios permaneçam substanciais.

