O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu conselhos de seus assessores de segurança nacional, indicando que um ataque militar de grande escala contra o Irã não garantiria a derrubada do regime de Teerã. A informação, divulgada pelo Wall Street Journal, destaca que uma ofensiva poderia levar a uma escalada de hostilidades no Oriente Médio. Diante desse cenário, a Casa Branca decidiu manter uma postura de vigilância, aguardando a resposta do governo iraniano aos recentes protestos internos.
As análises sugerem que, para realizar um ataque eficaz, os EUA precisariam reforçar significativamente sua presença militar na região. Isso incluiria o possível deslocamento do porta-aviões USS Abraham Lincoln para o Golfo Pérsico, o que levaria alguns dias. Além disso, aliados estratégicos, como a Turquia e a Arábia Saudita, têm pressionado Washington para evitar uma intervenção militar, temendo consequências descontroladas.
Neste contexto, Trump tem solicitado que as forças militares estejam preparadas para uma eventual ação, mas ainda não tomou uma decisão final. A porta-voz da Casa Branca reiterou a postura de pressão máxima sobre o regime iraniano, afirmando que os EUA estão atentos a qualquer escalada de violência contra manifestantes. As próximas semanas serão cruciais para determinar a trajetória da política externa americana em relação ao Irã.

