Em 28 de janeiro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que uma frota militar significativa está a caminho do Oriente Médio. Ele enfatizou que o Irã deve retomar as negociações sobre seu programa nuclear ou enfrentar um ataque ainda mais severo. A afirmação foi feita em meio a um clima de tensão crescente entre as duas nações.
Trump utilizou sua plataforma para afirmar que a frota é maior do que a da Venezuela e que está preparada para agir com rapidez e força, caso necessário. Ele expressou a expectativa de que o Irã se sente à mesa de negociações para um acordo justo sobre a questão nuclear, reiterando a necessidade de que o país não possua armas nucleares. No entanto, autoridades iranianas, incluindo o ministro das Relações Exteriores, negaram qualquer contato sobre negociações e afirmaram que não há condições adequadas para diálogo.
A Turquia, mediadora nas tratativas entre os Estados Unidos e o Irã, alertou que o confronto militar seria um erro. O ministro turco das Relações Exteriores instou Washington a buscar soluções diplomáticas em vez de ameaçar o Irã, ressaltando que a situação é delicada e requer cuidadosa consideração. O desdobramento dessa situação poderá impactar não apenas as relações bilaterais, mas também a estabilidade na região do Oriente Médio.

