No primeiro sábado de janeiro de 2026, as forças militares dos Estados Unidos realizaram uma invasão em Caracas, resultando na captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro. A ação, que foi ordenada pelo presidente Donald Trump, provocou uma onda de reações polarizadas no Brasil, especialmente entre figuras políticas como Lula e o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), que criticaram a intervenção como um precedente perigoso.
A invasão gerou celebrações entre setores da direita que veem a ação como um retorno da democracia na Venezuela. No entanto, críticos apontam que, apesar da retórica, a realidade no país continua a ser marcada por profundas crises de direitos humanos, corrupção e miséria. A nova abordagem dos Estados Unidos levanta questões sobre a real intenção por trás da ação militar e suas consequências para a população venezuelana.
As implicações dessa intervenção são vastas e complexas, incluindo a possibilidade de uma nova dinâmica nas relações entre Brasil e Estados Unidos. O governo brasileiro, que já havia apoiado a soberania venezuelana, parece agora considerar uma aliança com Trump em relação ao regime de Maduro. Esse cenário pode sinalizar uma mudança significativa na política externa brasileira, refletindo a polarização interna entre direita e esquerda no país.

