Trump pressiona Irã e ameaça novo ataque militar em caso de impasse

Gustavo Henrique Lima
Tempo: 2 min.

No dia 28 de janeiro de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou suas ameaças ao Irã, exigindo que o país chegasse a um acordo sobre seu programa nuclear. Em uma publicação em sua rede social, Trump afirmou que um novo ataque contra o Irã seria ‘muito pior’, referindo-se a ações militares passadas, incluindo bombardeios de instalações nucleares. Ele destacou a presença do super-porta-aviões USS Abraham Lincoln nas águas do Oriente Médio como um sinal de pressão sobre Teerã.

Os comentários de Trump surgem em um contexto de crescente tensão entre os dois países, com o Irã rejeitando as tentativas de negociação sob ameaças de ação militar. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que conduzir a diplomacia por meio de ameaças não é eficaz e que o Irã está disposto a dialogar, mas se defenderá em caso de agressão. A situação é agravada pela recente escalada de violência interna no Irã, onde protestos contra o regime resultaram em um número elevado de mortes.

As ameaças de Trump marcam a segunda vez neste ano que ele se posiciona de forma agressiva em relação ao Irã, refletindo uma abordagem de endurecimento nas relações bilaterais. O chanceler federal alemão, Friedrich Merz, também comentou sobre a fragilidade do regime iraniano, sugerindo que sua permanência no poder depende da repressão violenta. A comunidade internacional observa atentamente os desdobramentos, dado o potencial impacto sobre a segurança regional e global.

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