Na manhã de domingo (4), Donald Trump alertou a nova líder da Venezuela, Delcy Rodríguez, sobre as possíveis consequências de sua atuação, caso não colabore com os Estados Unidos. Essa advertência veio um dia após a queda de Nicolás Maduro, que foi reconhecido como um ditador e acusado de diversos crimes. A cúpula militar do país já declarou apoio a Rodríguez, que assume a presidência interina em um momento de grande instabilidade.
Trump, em declarações, enfatizou que a cúpula militar deve trabalhar com os EUA para garantir uma transição democrática segura. O secretário de Estado, Marco Rubio, declarou que discutir eleições na Venezuela é prematuro, enquanto enfatiza a necessidade de a nova liderança agir corretamente. A situação se complica com a presença de forças militares americanas na região e a possibilidade de intervenções futuras.
As advertências de Trump não apenas refletem a tensão política interna, mas também indicam o interesse dos Estados Unidos em reabrir a exploração petrolífera na Venezuela. Com a produção de petróleo severamente reduzida devido a sanções, a expectativa é que as empresas americanas possam retornar para revitalizar o setor. O desdobramento da crise venezuelana será monitorado de perto, especialmente pela comunidade internacional e pela ONU, que se reunirá em caráter de urgência para discutir a situação.

