O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na terça-feira, 27, sua disposição para ‘desescalar’ a situação em Minneapolis, onde um enfermeiro de 37 anos foi morto por agentes do ICE. Trump descreveu o incidente como ‘muito triste’, mas não planeja demitir a secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, que enfrenta críticas pela sua gestão. O caso acirrou os ânimos na cidade, que já havia sofrido com a morte de outro cidadão em circunstâncias semelhantes há menos de três semanas.
A secretária Kristi Noem, alvo de críticas, chegou a rotular a vítima de ‘terrorista’, o que gerou ainda mais controvérsia e divisões políticas. O vice-chefe de gabinete da Casa Branca, Stephen Miller, admitiu que os agentes federais podem não ter seguido os protocolos adequados durante os protestos. Enquanto isso, a pressão sobre o governo aumenta, com os democratas exigindo a interrupção das operações do ICE em Minneapolis e outras cidades-santuário, o que pode levar a um impasse orçamentário no Congresso.
O clima de tensão em Minneapolis se intensifica, especialmente com a proximidade de uma audiência pública no Senado sobre as práticas do ICE. O prefeito democrata da cidade, Jacob Frey, reiterou que Minneapolis não aplicará as leis federais de imigração. A situação é crítica e poderá afetar a política de imigração da administração Trump enquanto as investigações sobre as mortes continuam.

