União Europeia afirma que vontade do povo é chave para democracia na Venezuela

Carlos Eduardo Silva
Tempo: 2 min.

A União Europeia (UE) afirmou neste domingo que respeitar a vontade do povo venezuelano é essencial para a restauração da democracia no país. A declaração foi feita um dia após a captura do presidente Nicolás Maduro em Caracas, e contou com o apoio de 26 Estados-membros, exceto a Hungria. O bloco instou ainda pela libertação de presos políticos e o respeito ao direito internacional, em meio a um clima de crescente tensão.

A chefe de assuntos externos da UE, Kaja Kallas, pediu calma e moderação entre os envolvidos, destacando que Maduro não possui legitimidade democrática, após ser acusado de fraudar as eleições de 2024 e reprimir a oposição. A declaração da UE vem em um momento crítico, onde a Venezuela se vê pressionada por intervenções externas, incluindo ataques diretos dos Estados Unidos, que alegam combater o narcotráfico associado ao ex-presidente.

As consequências desse cenário podem ser profundas, com a necessidade de uma transição pacífica sendo enfatizada por diversos governos. A comunidade internacional observa atentamente, preocupada com a possibilidade de instabilidade política na Venezuela. A UE e outros aliados têm reiterado a importância de uma solução baseada no diálogo e na soberania do país, enquanto a situação continua a evoluir com desdobramentos incertos.

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