União Europeia classifica Guardas Revolucionários do Irã como terroristas

Rafael Barbosa
Tempo: 2 min.

A União Europeia (UE) decidiu incluir os Guardas Revolucionários do Irã em sua lista de organizações terroristas. A medida foi anunciada pela chefe da política externa da UE, Kaja Kallas, em 29 de janeiro de 2026, como uma resposta à repressão letal de manifestantes em Teerã. A decisão marca um ponto de inflexão nas relações entre a UE e o Irã, refletindo preocupações crescentes sobre direitos humanos e segurança na região.

Kaja Kallas destacou que a ação se baseia na necessidade de responsabilizar o regime iraniano por suas ações contra o povo. A inclusão na lista de organizações terroristas poderá resultar em sanções mais severas e restrições econômicas ao Irã, intensificando a pressão internacional sobre o governo iraniano. Este movimento pode também afetar as dinâmicas de negociação nuclear entre o Irã e as potências ocidentais.

As implicações dessa decisão são profundas, pois podem agravar ainda mais as tensões entre o Ocidente e o Irã. Além disso, a medida pode incentivar outras nações a adotar posturas semelhantes, promovendo um isolamento crescente do país no cenário internacional. A situação permanece em desenvolvimento, e observadores aguardam as reações de Teerã e a resposta da comunidade internacional a esse novo capítulo nas relações diplomáticas.

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