Unidades de colonos na Cisjordânia agem como milícias vigilantes

Gustavo Henrique Lima
Tempo: 1 min.

Unidades de defesa regional compostas por colonos estão aumentando o deslocamento forçado de palestinos na Cisjordânia, conforme afirmam reservistas e ativistas israelenses. Esses grupos, conhecidos como Hagmar, funcionam como milícias vigilantes, com o exército israelense sendo utilizado para fortalecer a campanha de violência contra a população palestina, segundo relatos de soldados e doações de organizações internacionais.

Estabelecidas em outubro de 2023, as unidades Hagmar surgiram em um contexto de preparação do exército israelense para operações na Faixa de Gaza. A atuação dessas unidades de colonos é alvo de críticas por parte de ativistas e da ONU, que alertam para a escalada da violência e a violação dos direitos dos palestinos. A situação na região se torna cada vez mais tensa, com a presença militar e a vigilância de colonos criando um ambiente hostil.

As implicações desse cenário são profundas, uma vez que o aumento da violência pode acirrar ainda mais o conflito israelo-palestino. A resposta da comunidade internacional e a pressão sobre o governo israelense serão cruciais para evitar uma deterioração maior da situação. Observadores temem que a legitimização de tais milícias possa levar a um ciclo interminável de violência e represálias entre as comunidades.

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