O USS Iwo Jima, um navio de assalto anfíbio da classe Wasp, voltou a ser notícia em janeiro de 2026 por sua suposta participação na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro. A informação foi compartilhada pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que publicou uma imagem alegando mostrar Maduro em custódia a bordo do navio, a caminho de Nova York para enfrentar acusações de narcotráfico.
Comissionado em 2001, o USS Iwo Jima é projetado para operar em missões anfíbias e é capaz de transportar fuzileiros navais, além de operar diversas aeronaves. O navio tem um deslocamento superior a 41 mil toneladas e apresenta sistemas avançados de defesa. Sua utilização para a custódia de um líder estrangeiro pode indicar uma abordagem estratégica nova por parte dos EUA, colocando em evidência sua capacidade de projeção de poder marítimo.
A operação em questão não apenas demonstra a força militar dos Estados Unidos, mas também gera preocupações sobre as implicações legais e diplomáticas de tal ação. A Venezuela, que conta com o apoio de potências como Rússia e China, pode adotar medidas de retaliação, intensificando as tensões regionais. Essa situação destaca a complexidade das relações internacionais e os riscos associados a intervenções militares em contextos delicados.

