Um recente vazamento expôs o uso indevido da Interpol pela Rússia, que solicita a prisão de críticos políticos no exterior. Esta prática, revelada pela primeira vez, destaca a extensão das ações do governo russo contra dissidentes que se opõem ao regime. O incidente ocorreu em 25 de janeiro de 2026 e levanta questões sobre os limites da cooperação policial internacional.
O vazamento detalha como a Rússia tem utilizado mecanismos internacionais para perseguir indivíduos que criticam suas políticas. Essa tática não apenas compromete a segurança dos alvos, mas também coloca em risco a credibilidade da Interpol como uma organização neutra. A utilização do sistema para fins políticos contradiz os princípios básicos de justiça e direitos humanos que deveriam guiar a atuação da polícia internacional.
As implicações desse uso indevido são profundas, com riscos elevados para a segurança de críticos russos em outros países. Além disso, isso pode resultar em um aumento da desconfiança em relação à cooperação internacional em questões de segurança. O episódio destaca a necessidade urgente de reformar e reforçar os mecanismos de proteção dentro da Interpol para evitar abusos futuros.

