Venezuela convoca mobilização após operação militar dos EUA

Camila Pires
Tempo: 2 min.

O governo da Venezuela convocou suas forças sociais e políticas para se mobilizarem em resposta à operação militar dos Estados Unidos, que culminou na captura do presidente Nicolás Maduro e sua esposa, no último sábado, 3, em Caracas. A administração venezuelana classificou essa ação como uma grave agressão, argumentando que os EUA visam apropriar-se de seus recursos naturais, especialmente petróleo e minerais, desconsiderando a soberania do país.

Em um comunicado oficial, o governo venezuelano repudiou os ataques, alegando que violam a Carta das Nações Unidas e ameaçam a vida de milhões de cidadãos. A convocação enfatiza a união entre o povo e as Forças Armadas, chamando a população a resistir e garantir a soberania nacional diante do que considera uma tentativa imperialista de desestabilização. O governo também destacou que os bombardeios atingiram áreas civis e militares em várias localidades, incluindo a capital e estados vizinhos.

As implicações dessa operação militar são profundas, com o governo alertando sobre um potencial agravamento da situação na América Latina. O ataque não apenas intensifica as tensões entre a Venezuela e os Estados Unidos, mas também levanta preocupações sobre a estabilidade da região. A mobilização convocada pelo governo pode resultar em protestos e confrontos, refletindo a fragilidade da situação política e social no país.

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