No último domingo, um alto funcionário do governo interino da Venezuela declarou que a administração permanecerá unida em apoio ao presidente Nicolás Maduro, que foi preso nos Estados Unidos sob acusações de tráfico de drogas. A detenção de Maduro, ocorrida em Nova York, ocorre em meio a uma crise política profunda e incertezas sobre o futuro do país, que possui vastos recursos petrolíferos.
As autoridades venezuelanas classificaram a prisão de Maduro e sua esposa como um sequestro e reafirmaram seu compromisso com a continuidade do governo. O ministro do Interior expressou que a unidade do governo é inabalável, enquanto o ministro da Defesa denunciou as ações dos EUA como um ataque que causou mortes de civis e soldados. A vice-presidente Delcy Rodríguez, que assumiu um papel interino, também enfatizou que Maduro continua sendo o presidente legítimo.
As tensões entre a Venezuela e os Estados Unidos aumentaram, com Washington buscando garantir o controle sobre os recursos naturais do país. A economia venezuelana, já fragilizada, enfrenta novos desafios com a possibilidade de sanções severas e bloqueios, conforme declarado por autoridades americanas. Este cenário levanta questões sobre a soberania nacional e o futuro político da Venezuela, enquanto a população aguarda desdobramentos significativos.

