A cobertura do Guardian sobre o início da guerra no Iraque em 2003

Fernanda Scano
Tempo: 2 min.

Na primavera de 2003, a queda de Saddam Hussein foi rapidamente seguida por um caos mortal no Iraque, com o ataque aliado começando em 20 de março. A edição do Guardian de 21 de março trouxe a manchete ‘Ataque terrestre, marítimo e aéreo’, relatando os combates em Basra e os bombardeios intensos em Bagdá. Os jornalistas Julian Borger e Rory McCarthy estiveram na linha de frente, documentando a violência que se desenrolava no terreno.

Logo após o início dos combates, um helicóptero americano caiu no Kuwait, resultando na morte de todos os soldados a bordo, marcando as primeiras fatalidades britânicas. Em um momento impactante, duas horas após o ataque inicial, Saddam Hussein apareceu na televisão, desafiando as forças aliadas. O Guardian observou que o primeiro ataque cirúrgico havia falhado, levantando questões sobre a legalidade e a moralidade das ações dos Estados Unidos.

As implicações desse conflito são profundas, com o Guardian enfatizando que a ‘assassinato ordenado pelo Estado’ cria um precedente preocupante. A cobertura da guerra destacou não apenas a violação de normas internacionais, mas também a necessidade de cautela por parte dos EUA, dado o frágil fundamento legal e moral da invasão. A situação no Iraque se transformou rapidamente em um cenário de violência e instabilidade, que ainda ecoa nos dias atuais.

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