Bannon buscou apoio de Epstein para financiar partidos de extrema-direita na Europa

Marcela Guimarães
Tempo: 2 min.

Steve Bannon, ex-assessor de Donald Trump, revelou em 2019 que estava focado em arrecadar fundos para candidatos de extrema-direita, como Marine Le Pen e Matteo Salvini, antes das eleições europeias. Os arquivos de Jeffrey Epstein, divulgados recentemente, expõem as tentativas de Bannon de conseguir apoio financeiro para fortalecer partidos de direita na Europa. As mensagens datadas de 2018 e 2019 mostram um Bannon ativo na busca por unir forças ultradireitistas e eurocéticas de diversos países, incluindo Itália, Alemanha e França.

Após ser demitido por Trump, Bannon fez várias visitas à Europa, onde tentou forjar um movimento no parlamento europeu. Sua abordagem envolvia a colaboração com partidos de extrema-direita, buscando uma maior influência na política continental. Tais revelações indicam uma estratégia mais ampla de Bannon para estabelecer laços entre grupos de direita na Europa, o que poderia impactar as eleições e a dinâmica política da região.

As implicações dessas revelações são significativas, pois refletem o crescente apoio à extrema-direita na Europa. A conexão entre Bannon e Epstein levanta questões sobre financiamento e influência nas eleições europeias. Com o fortalecimento de movimentos populistas e nacionalistas, a situação permanece em vigilância, visto que o futuro político da Europa pode ser moldado por essas alianças e estratégias.

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