O presidente do PDT, Carlos Lupi, anunciou nas redes sociais que o PT, durante reunião realizada em 4 de fevereiro de 2026, teria confirmado apoio a Alexandre Kalil em Minas Gerais. Lupi também mencionou o compromisso do PT em apoiar outras candidaturas, como a de Juliana Brizola no Rio Grande do Sul. No entanto, essa declaração gerou controvérsia, pois Kalil se manifestou negando qualquer compromisso e reforçando sua autonomia na escolha de aliados.
A assessoria de Kalil não se posicionou sobre a postagem de Lupi, mas destacou que a declaração do político se referia ao processo eleitoral. Por sua vez, o PT emitiu uma nota oficial esclarecendo que a reunião teve como foco a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sem tratar das alianças estaduais. A sigla reforçou que as definições sobre candidaturas ainda estão em discussão com os diretórios regionais.
A situação em Minas Gerais é complexa, especialmente com a resistência do senador Rodrigo Pacheco em se candidatar, apesar do interesse de Lula em tê-lo como aliado. Com o União Brasil colocando um aliado de Pacheco no comando do estado, a possibilidade de uma mudança na dinâmica política se torna mais evidente. As movimentações políticas nos próximos dias serão cruciais para o alinhamento das candidaturas que podem impactar o cenário eleitoral.

