A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) explicou a expulsão do jogador Jorge Carrascal, do Flamengo, durante a final da Supercopa do Brasil contra o Corinthians, realizada no último domingo. O árbitro da partida, Rafael Rodrigo Klein, registrou que o cartão vermelho foi aplicado por conduta violenta, ao golpear um adversário fora da disputa de bola. A decisão em relação à expulsão foi confirmada após uma revisão das imagens pelo VAR, que ocorreu somente após o intervalo do jogo.
De acordo com a CBF, a análise inicial das imagens não havia mostrado evidência suficiente para uma punição imediata, o que levou ao encerramento do primeiro tempo sem a expulsão. No entanto, uma nova checagem durante o intervalo identificou claramente a infração, levando o árbitro a reconsiderar sua decisão. A confederação também relatou um incidente em que um saco de pipoca foi arremessado em direção aos árbitros, vindo da torcida do Corinthians, após o apito final.
Além disso, a CBF reafirmou que o procedimento adotado pelo árbitro estava em conformidade com as regras do Livro de Regras 2025/26 e do Protocolo do VAR, que permitem intervenções em casos de conduta violenta a qualquer momento da partida. A entidade também mencionou que houve uma queda de energia na região do estádio, o que atrasou a utilização do VAR em alguns momentos do jogo. Esses desdobramentos geram discussões sobre a eficácia do VAR e a aplicação das regras em situações de grande pressão durante as partidas.

