Clive Palmer, bilionário australiano, desmentiu as alegações de que Steve Bannon, ex-estrategista de Donald Trump, teria ajudado na direção de sua campanha publicitária durante as eleições federais de 2019. Palmer fez essas declarações após a divulgação de mensagens associadas a Jeffrey Epstein, que sugerem uma tentativa de Bannon de aumentar sua própria influência ao reivindicar créditos pelo sucesso da campanha. Ele enfatizou que a única interação que teve com Bannon foi uma conversa telefônica breve e inesperada.
O empresário também negou qualquer comunicação com Epstein, que é um criminoso condenado. Essa negativa surge em um contexto em que a ligação entre políticos e figuras controversas está sob crescente escrutínio, especialmente em relação a estratégias de campanha e financiamento. A situação destaca a complexidade das relações políticas e os riscos associados a alianças com indivíduos de histórico duvidoso.
As declarações de Palmer podem ter implicações significativas para a política australiana, uma vez que refletem as tensões existentes entre diferentes facções e estratégias dentro do partido. À medida que novas informações continuam a emergir, a atenção se voltará para como essas revelações podem impactar a reputação de figuras proeminentes e suas futuras interações no cenário político australiano.

