Colômbia: 15 guerrilheiros do ELN são mortos em operação militar

Laura Ferreira
Tempo: 2 min.

Em uma operação militar realizada na quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026, o Exército colombiano anunciou a morte de pelo menos 15 guerrilheiros do ELN na região de Catatumbo, na fronteira com a Venezuela. Esta ação faz parte de um acordo estabelecido entre os presidentes Gustavo Petro e Donald Trump para intensificar o combate ao narcotráfico e às guerrilhas na área. Inicialmente, o Exército havia relatado apenas sete mortos, mas informações de inteligência indicaram um número maior de vítimas.

O ataque destaca a crescente colaboração entre os Estados Unidos e a Colômbia no enfrentamento de grupos armados e do tráfico de drogas. O encontro recente entre Petro e Trump na Casa Branca selou compromissos para ações conjuntas, aumentando a pressão sobre o ELN, que continua a ser uma das principais ameaças à segurança na região. O governo colombiano busca não apenas desmantelar essas organizações, mas também restaurar a ordem em áreas afetadas pela violência.

As repercussões desse ataque podem ser significativas, tanto para a segurança interna da Colômbia quanto para suas relações internacionais, especialmente com os Estados Unidos. O aumento das operações militares pode levar a um ciclo de confronto mais intenso, enquanto o governo busca estabilizar o país em meio a desafios persistentes. O que acontecer a seguir pode moldar não apenas a política interna, mas também a dinâmica regional relacionada ao tráfico de drogas.

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