Em 4 de fevereiro de 2026, a Colômbia e os Estados Unidos anunciaram a intenção de convidar a Venezuela a participar de uma nova ofensiva para combater o tráfico de drogas. O anúncio foi feito pelo ministro da Defesa colombiano, Pedro Sánchez, após uma reunião na Casa Branca entre os presidentes Gustavo Petro e Donald Trump, onde foram discutidas estratégias para enfrentar os principais chefões do narcotráfico na região.
Sánchez destacou que a ação militar se concentrará em três alvos notórios: Iván Mordisco, Chiquito Malo e Pablito. Os líderes também reconheceram a necessidade da colaboração da Venezuela, uma vez que muitos criminosos colombianos buscam refúgio em seu território. A proposta sugere uma interação mais robusta em termos de inteligência, com a aplicação da força sendo realizada pelas forças colombianas, respeitando a soberania de cada nação envolvida.
As relações entre Colômbia e Venezuela, marcadas por tensões, podem ganhar um novo direcionamento com essa ofensiva conjunta. A inclusão da Venezuela no combate ao narcotráfico pode representar um passo significativo para melhorar as relações bilaterais. Contudo, a implementação dessa estratégia exigirá um delicado equilíbrio entre a cooperação internacional e as complexidades políticas que envolvem os países da região.

