Na corrida pela inteligência artificial, empresas de tecnologia estão solicitando que seus funcionários trabalhem longas horas, chegando a até 72 horas por semana. Especialistas alertam que essa prática pode apresentar riscos significativos à saúde e ao bem-estar dos colaboradores, criando um ambiente de trabalho potencialmente insustentável.
As demandas excessivas por resultados rápidos podem resultar em estresse e exaustão, impactando a produtividade em longo prazo. Em um setor caracterizado por uma competição feroz, a pressão para entregar resultados em prazos curtos se intensifica, o que levanta preocupações sobre a sustentabilidade do modelo de trabalho atual.
Diante da crescente demanda por profissionais qualificados em inteligência artificial, é crucial que as empresas considerem estratégias que promovam um equilíbrio. Ao priorizar a saúde dos funcionários, as organizações podem não apenas alcançar sucesso financeiro, mas também garantir um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo, evitando os riscos associados ao excesso de carga horária.

