EUA prendem suspeito do ataque ao consulado em Benghazi em 2012

Marcela Guimarães
Tempo: 2 min.

Na última sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026, a procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, anunciou a prisão de Zubayr al-Bakoush, considerado um dos principais responsáveis pelo ataque ao consulado americano em Benghazi, na Líbia, em setembro de 2012. O suspeito foi transferido para território americano, onde enfrentará várias acusações, incluindo homicídio e crimes relacionados ao terrorismo.

O ataque a Benghazi, que resultou na morte do embaixador Chris Stevens e de três outros membros da missão diplomática, foi perpetrado por um grupo armado ligado ao jihadismo. Durante a apresentação da prisão, Bondi enfatizou a importância da ação do FBI, que efetuou a detenção no exterior antes de trazer Bakoush de volta aos Estados Unidos. Imagens da chegada do detido a uma base militar na Virgínia mostraram seu estado debilitado, sendo transportado em uma maca.

A prisão de Bakoush marca um desdobramento significativo em um caso que gerou ampla repercussão política nos EUA, especialmente durante o governo de Barack Obama. Desde o ataque, outros envolvidos já foram condenados, mas a detenção atual é considerada crucial para a busca de justiça e para a segurança nacional. O caso continua a ser um ponto de tensão nas relações entre os EUA e a Líbia, em um contexto de instabilidade política e social no país africano.

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