O tratado New Start, que regula os arsenais nucleares dos Estados Unidos e da Rússia, chegará ao fim na quinta-feira, eliminando as últimas restrições mútuas sobre essas potências nucleares. Essa mudança representa um marco significativo, simbolizando o desmantelamento de um regime de controle de armas que perdurou por mais de cinquenta anos, em meio a um cenário global cada vez mais instável.
A expiração do tratado ocorre em um contexto de tensões geopolíticas intensificadas, onde a falta de limites pode levar os dois países a expandirem seus arsenais nucleares. Essa situação não apenas desafia a estabilidade regional, mas também coloca em risco a segurança global, exacerbando as preocupações sobre uma potencial nova corrida armamentista. O mundo observa apreensivo, pois as consequências desse desfecho podem reverberar em várias esferas da política internacional.
Com a retirada dos limites estabelecidos, analistas temem que a ausência de acordos de controle de armas possa resultar em um ambiente mais volátil, onde a confiança entre os países diminui. O futuro da segurança nuclear global agora depende de como os líderes dos Estados Unidos e da Rússia reagirão a essa nova realidade, e se estarão dispostos a buscar novos pactos que possam restaurar algum nível de controle e previsibilidade.

