Fachin defende fidelidade à Constituição ao abrir trabalhos do STF

Thiago Martins
Tempo: 1 min.

Ao abrir os trabalhos do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2 de fevereiro de 2026, o presidente da Corte, Edson Fachin, reiterou a necessidade de uma ‘fidelidade absoluta à Constituição’. Em seu discurso, Fachin ressaltou que momentos de adversidade exigem a definição de limites claros para a atuação judicial, a fim de garantir que a Corte não se restrinja a meros discursos sem ações concretas.

Fachin argumentou que a integridade institucional do STF deve ser preservada, especialmente diante de desafios políticos que podem comprometer sua independência. Ele enfatizou que a Constituição deve ser a bússola orientadora nas decisões do Judiciário, reforçando o compromisso da Corte com a legalidade e a justiça. Essa abordagem busca assegurar que a atuação do STF se mantenha firme e coerente em tempos de crise.

As declarações de Fachin têm implicações diretas para o futuro do STF e sua relação com os demais poderes da República. A defesa de uma atuação proativa e baseada na Constituição pode influenciar decisões judiciais e moldar a dinâmica política no Brasil. Assim, a mensagem do presidente do STF é um chamado à responsabilidade e à reflexão sobre o papel do Judiciário na sociedade contemporânea.

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