Governo escocês rejeita projeto de lei sobre criminalização da prostituição

Camila Pires
Tempo: 2 min.

O governo da Escócia anunciou que não respaldará a proposta da deputada independente Ash Regan, que pretende tornar crime o ato de pagar por sexo no país. Essa iniciativa, que visa alterar a legislação vigente sobre prostituição, é parte de um debate mais amplo sobre os direitos das trabalhadoras do sexo e a abordagem do governo em relação à exploração sexual. A decisão foi divulgada em 2 de fevereiro de 2026, gerando reações diversas entre os defensores e opositores da proposta.

A proposta de Regan busca não apenas criminalizar o pagamento por serviços sexuais, mas também oferecer suporte às trabalhadoras do sexo, garantindo seus direitos e segurança. Contudo, a recusa do governo escocês em apoiar o projeto levanta preocupações sobre a falta de iniciativas mais robustas para lidar com a questão da prostituição e a proteção das pessoas envolvidas. O debate continua a polarizar opiniões na sociedade escocesa, refletindo a complexidade do tema.

As implicações dessa decisão podem ser significativas para o futuro da legislação sobre prostituição na Escócia. Com a rejeição do governo, é incerto como a questão será abordada nos próximos anos e se novos esforços serão feitos para implementar mudanças. O desenrolar dos acontecimentos pode afetar a vida de muitas pessoas e o modo como a sociedade escocesa lida com a prostituição e seus desafios sociais.

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