A Groenlândia, por meio de seu chefe de Governo, Jens-Frederik Nielsen, expressou esperança por ‘resultados concretos’ nas negociações com os Estados Unidos, iniciadas em 2 de fevereiro. A busca por um entendimento ocorre após o presidente americano, Donald Trump, ter desistido de adquirir a ilha, que é parte da Dinamarca, criando uma das crises mais sérias da história da Aliança Atlântica.
As negociações entre Dinamarca, Groenlândia e Estados Unidos seguem um tom construtivo, conforme relatado após a primeira reunião do grupo de trabalho em Washington. Nielsen destacou que a Groenlândia não está sozinha e conta com o apoio de todos os países da União Europeia, reafirmando que a soberania da ilha não pode ser transferida. O diálogo com os EUA acontece em paralelo ao fortalecimento das relações com outras nações ocidentais.
Diante do cenário de tensões internacionais, a Groenlândia se posiciona firmemente contra a transferência de sua soberania. O primeiro-ministro enfatizou que o governo local trabalhará com determinação para garantir que o diálogo com o governo Trump resulte em avanços significativos. As implicações dessas negociações podem moldar o futuro da ilha e sua relação com potências globais.

