Haddad defende taxa de juros de um dígito e combate à corrupção

Carlos Eduardo Silva
Tempo: 2 min.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, manifestou a necessidade de que o Brasil mantenha uma taxa básica de juros de um dígito, em discurso realizado em Salvador no dia 6 de fevereiro. Ele argumentou que taxas elevadas prejudicam a política fiscal e a recuperação econômica, ao mesmo tempo em que reforçou a importância de uma trajetória consistente de redução de juros pelo Banco Central. Além disso, Haddad se dirigiu a militantes do PT, enfatizando que a economia precisa crescer de forma sustentável.

Durante sua fala, Haddad fez referência ao atual presidente do Banco Central, destacando os desafios enfrentados pela instituição. O ministro também mencionou que, apesar das restrições, é possível garantir um crescimento econômico mínimo, citando que o Brasil deve ter alcançado um crescimento entre 2,2% e 2,4% no último ano. Ele reafirmou seu compromisso com um crescimento médio de 3% ao ano, o que considera essencial para a recuperação econômica do país.

Por fim, Haddad elogiou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ressaltando a postura institucional no combate à corrupção. O ministro sublinhou que as instituições, como a Polícia Federal e a Receita Federal, operam sem interferência política, assegurando que todos que cometem infrações serão responsabilizados. Essa abordagem, segundo Haddad, reflete a determinação do governo em promover a transparência e a justiça no país.

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