O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) encerrou o mês de janeiro com um aumento de 0,59%, após registrar 0,28% em dezembro, conforme informações divulgadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026. Este resultado indica uma pressão inflacionária que se intensificou, refletindo um aumento acumulado de 4,6% nos últimos 12 meses, um dado que pode impactar a economia em diversos níveis.
O relatório da FGV destacou que cinco dos oito grupos que compõem o IPC-S apresentaram elevações em suas taxas de variação, com destaque para Transportes, que subiu de 0,86% para 1,18%. Em contrapartida, o grupo Vestuário teve uma redução significativa, passando de -0,39% para -0,62%. As influências mais marcantes que contribuíram para a alta vieram de serviços educacionais e combustíveis, refletindo mudanças nos hábitos de consumo da população.
Com o aumento do IPC-S, as implicações para a política econômica podem ser significativas, uma vez que a inflação mais alta pode resultar em ajustes na taxa de juros por parte das autoridades monetárias. Além disso, a pressão inflacionária pode afetar a capacidade de consumo das famílias e influenciar decisões de investimento. A monitorização contínua dos índices de preços será essencial para entender as tendências futuras da economia brasileira.

