O governo de Israel recebeu fortes críticas internacionais por suas novas políticas que facilitam a expansão de assentamentos na Cisjordânia. A União Europeia, o Reino Unido e países árabes expressaram descontentamento, classificando as medidas como ilegais de acordo com o direito internacional. O secretário-geral da ONU, António Guterres, também manifestou preocupação, afirmando que as ações de Israel podem desestabilizar ainda mais a situação na região.
As novas regras envolvem a revogação de restrições que impediam colonos de adquirir terras na Cisjordânia, além de permitir que registros de propriedade sejam acessíveis ao público. O ministro das Finanças de Israel, Bezalel Smotrich, declarou que essas mudanças visam solidificar a presença israelense na região e enterrar a ideia de um Estado palestino, o que levanta temores de uma anexação iminente.
A Autoridade Palestina, que controla parcialmente algumas áreas da Cisjordânia, denunciou as novas regras como uma tentativa de aprofundar a anexação e restringir o espaço dos palestinos. Com a crescente população de colonos israelenses, a situação torna-se cada vez mais delicada, levando a um impasse que dificulta uma solução pacífica para o conflito israelo-palestino.

