Em 31 de janeiro de 2026, a juíza federal Katherine Menendez, atuando em Minneapolis, negou um pedido de Minnesota para interromper operações de fiscalização migratória em larga escala. O governo estadual alegou que as ações violavam seus direitos, mas a juíza determinou que os argumentos não eram suficientes para justificar uma medida cautelar, sinalizando a continuidade das operações do Serviço de Imigração e Controle de Alfândega dos EUA (ICE).
As operações federais, parte da chamada Operation Metro Surge, têm gerado intensos protestos em Minnesota, especialmente em Minneapolis e Saint Paul. A indignação aumentou após a morte de dois cidadãos americanos durante confrontos, o que culminou em uma greve geral e manifestações em massa contra a presença do ICE. Os líderes comunitários e sindicatos têm se mobilizado, destacando a polarização do debate sobre as políticas de imigração.
A decisão da juíza e os protestos refletem um cenário de crescente tensão política e social no estado. Autoridades locais, como o procurador-geral e prefeitos, argumentam que a operação federal tem causado impactos diretos na vida cotidiana, criando um clima de medo entre os residentes. O desdobramento dessa situação poderá afetar a dinâmica política e social de Minnesota, especialmente em relação aos direitos civis e à soberania estadual.

