Protestos por justiça pelo cão Orelha mobilizam o Brasil

Gustavo Henrique Lima
Tempo: 2 min.

A morte do cão Orelha, que foi brutalmente espancado por adolescentes na Praia Brava, em Florianópolis, Santa Catarina, provocou uma onda de protestos em diversas cidades brasileiras no último fim de semana. No domingo, 1º de fevereiro, o Farol da Barra, em Salvador, foi um dos locais onde manifestantes se reuniram, acompanhados por ativistas e defensores da causa animal. Além disso, em São Paulo, o vão do Museu de Arte de São Paulo foi tomado por protestos, enquanto no Rio de Janeiro, caminhadas ocorreram em diferentes horários, demonstrando a indignação popular.

As manifestações se espalharam por Belo Horizonte, onde o ato teve início na Feira Hippie, e por outras cidades como Balneário Camboriú, Maringá, Vitória, Fortaleza e Belém. No sábado anterior, protestos já haviam sido registrados em Curitiba e Brasília, todos pedindo justiça para Orelha e reforçando a demanda por punições mais severas para casos de maus-tratos a animais. A repercussão do caso destaca a crescente preocupação da sociedade com a proteção dos direitos dos animais no Brasil.

Os desdobramentos desses protestos podem influenciar a discussão sobre políticas públicas relacionadas ao bem-estar animal no país. A mobilização popular demonstra uma forte demanda por mudanças legislativas que garantam punições mais rigorosas para crimes de violência contra animais. O caso do cão Orelha serve como um chamado à ação para aqueles que lutam pelos direitos dos animais, acentuando a necessidade de um olhar mais atento das autoridades sobre a questão.

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