O Reino Unido planeja cortar sua assistência a países em desenvolvimento afetados pela crise climática em mais de 20%, reduzindo o financiamento de £11,6 bilhões nos últimos cinco anos para £9 bilhões nos próximos cinco. Essa decisão foi revelada em uma reportagem exclusiva, apesar das promessas anteriores de aumento na ajuda. Críticos alertam que esse corte poderá ter consequências devastadoras para as populações vulneráveis.
Além da redução nominal, o impacto real do corte será ainda mais severo, com uma perda de cerca de 40% no poder de compra, considerando a inflação desde 2021. Campanhas de defesa destacam que essa diminuição da assistência pode comprometer esforços vitais para mitigar os efeitos das mudanças climáticas em nações que já enfrentam desafios significativos. A situação levanta preocupações sobre o comprometimento do Reino Unido com suas obrigações internacionais.
Os desdobramentos dessa decisão poderão afetar não apenas a vida das pessoas nos países impactados, mas também a reputação do Reino Unido no cenário global. Enquanto as nações se esforçam para enfrentar a crise climática, cortes nesse tipo de ajuda podem resultar em um retrocesso nos avanços feitos até agora. A pressão sobre o governo britânico para reconsiderar essa medida está aumentando entre ativistas e líderes globais, que ressaltam a importância da solidariedade internacional.

