Adrian Woolfson, em sua análise provocativa, aborda a revolução biológica que promete transformar a maneira como entendemos a vida. Publicado em 4 de fevereiro de 2026, o autor apresenta um panorama sobre a criação de organismos sintéticos, levantando preocupações éticas e de segurança que permeiam essa nova fronteira científica.
O livro faz referências a figuras mitológicas e histórias antigas, como as visões do profeta Ezequiel e o Buraq, questionando a natureza da imaginação humana em relação à criação de seres híbridos. Woolfson argumenta que a nossa predisposição para combinar traços anatômicos de diferentes espécies pode se materializar em um futuro próximo, onde a biotecnologia reconfigura a realidade biológica.
As implicações dessa revolução são vastas, abrangendo não apenas a ciência, mas também a ética e a filosofia. A possibilidade de criar novas formas de vida levanta questões sobre a responsabilidade humana e os limites da intervenção científica, exigindo um debate profundo sobre o que significa ser humano em um mundo onde a linha entre real e imaginário se torna cada vez mais tênue.

