A prefeitura de Roma anunciou, no dia 2 de fevereiro de 2026, a implementação de uma cobrança de €2 para os visitantes que desejam se aproximar da icônica Fontana di Trevi. Essa taxa é parte de uma estratégia para arrecadar aproximadamente €6 milhões anualmente, destinada a financiar a gestão turística e mitigar os efeitos do turismo em massa na área histórica da cidade.
O monumento, famoso mundialmente e imortalizado no clássico filme ‘La Dolce Vita’, enfrenta congestionamentos diários, dificultando tanto a circulação de pessoas quanto a preservação do local. Após o pagamento, os turistas podem acessar a área cercada, enquanto a grande maioria da praça permanece livre para observação. A medida, segundo Alessandro Onorato, secretário municipal de turismo, também permitirá a contratação de funcionários para controle de acesso e programas de entrada gratuita para moradores em museus locais.
Essa nova dinâmica foi bem recebida por alguns visitantes, que consideraram a cobrança simbólica em comparação à importância artística da fonte. No entanto, muitos turistas ainda optam por permanecer fora da área tarifada, desfrutando da vista sem custos. A ação de Roma se insere em uma tendência crescente entre cidades europeias que, diante do aumento do turismo, buscam medidas para equilibrar o impacto econômico do setor com a qualidade de vida dos residentes.

