Na última terça-feira, 3 de fevereiro de 2026, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sugeriu o nome do economista Tiago Cavalcanti para uma das duas diretorias abertas no Banco Central do Brasil. As posições em questão são as de Organização do Sistema Financeiro e Resolução e de Política Econômica, que são cruciais para a estrutura monetária do país.
Tiago Cavalcanti possui um extenso currículo, incluindo graduação em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco e doutorado pela Universidade de Illinois. Atualmente, ele leciona na Fundação Getúlio Vargas em São Paulo e na Universidade de Cambridge, além de ser colunista do Valor Econômico, onde discute temas relevantes para a política econômica brasileira. Suas opiniões frequentemente enfatizam a importância da autonomia do Banco Central e a necessidade de um controle rigoroso da inflação.
Caso sua nomeação se concretize, Cavalcanti terá um mandato que se estenderá até 31 de dezembro de 2029, impactando diretamente as políticas monetárias do Brasil. Sua experiência e suas visões sobre a economia podem trazer mudanças significativas na condução das diretrizes do Banco Central, especialmente em um período em que a estabilidade econômica é uma prioridade nacional.

