Donald Trump, ex-presidente dos Estados Unidos, denunciou, na madrugada de 3 de fevereiro de 2026, a Universidade Harvard por suposto antissemitismo, exigindo uma indenização de US$ 1 bilhão. A acusação surge em um momento de crescente tensão entre a administração de Trump e a instituição, que, segundo ele, estaria manipulando a mídia para evitar um acordo judicial relacionado ao tratamento de alunos judeus.
A declaração de Trump se refere a uma reportagem do The New York Times, que sugere que a Casa Branca pode estar reconsiderando um acordo judicial com Harvard. Em junho do ano passado, o governo havia determinado que a universidade violou a lei federal dos direitos civis ao ignorar preocupações de estudantes judeus e israelenses durante protestos no campus sobre a guerra na Faixa de Gaza. O ex-presidente também criticou o jornal, chamando-o de “decadente”, o que indica um descontentamento mais amplo com a cobertura da mídia.
As implicações dessa disputa vão além das acusações, refletindo um ambiente polarizado em torno da liberdade de expressão e das relações entre instituições acadêmicas e o governo. A demanda de Trump por indenização e sua recusa em manter contatos com Harvard podem resultar em um embate legal significativo, além de aumentar as divisões entre diferentes grupos da sociedade norte-americana. A situação continua a evoluir, e os desdobramentos poderão ter repercussões duradouras na política educacional e nas relações entre o governo e as universidades.

