Na quinta-feira, 5 de fevereiro, Donald Trump, ex-presidente dos Estados Unidos, compartilhou um vídeo controverso em sua plataforma Truth Social. O material, que distorce fatos sobre as eleições de 2020, retrata o ex-presidente Barack Obama e sua esposa, Michelle, de maneira ofensiva, comparando-os a macacos. A publicação rapidamente gerou condenações de vários líderes democratas, incluindo o governador da Califórnia, Gavin Newsom.
O vídeo, que dura cerca de um minuto, apresenta os rostos dos Obamas sobrepostos a corpos de macacos, enquanto a música ‘The Lion Sleeps Tonight’ toca ao fundo. Essa representação racista e as alegações infundadas sobre a empresa Dominion Voting Systems, acusada de fraudes eleitorais, intensificam o debate sobre a desinformação nas redes sociais. A crítica de Newsom foi contundente, pedindo que todos os republicanos se manifestassem contra o que ele chamou de ‘comportamento repugnante’.
Esses eventos refletem um padrão crescente de retórica divisiva na política americana, onde Trump utiliza imagens provocativas para mobilizar sua base. Além disso, sua recente administração tem enfrentado acusações de promover uma agenda contra iniciativas de diversidade. O impacto dessas publicações pode não apenas influenciar o discurso político, mas também exacerbar tensões raciais e sociais no país.

