Na manhã de 5 de fevereiro de 2026, durante uma ligação telefônica, o presidente da China, Xi Jinping, advertiu o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a ser ‘prudente’ em relação ao fornecimento de armas a Taiwan. Essa conversa marca o primeiro contato entre os líderes desde novembro do ano anterior e foi divulgada pelo ministério das Relações Exteriores da China. Xi destacou que a questão de Taiwan é central nas relações entre Pequim e Washington, sublinhando a importância de tratar o tema com cautela.
O presidente de Taiwan, em resposta, reafirmou a robustez das relações com os Estados Unidos, enfatizando que os vínculos são ‘sólidos como rocha’. A posição de Taiwan é complexa, visto que a China considera a ilha parte de seu território e se opõe a qualquer forma de independência. A declaração de Xi indica uma postura firme de Pequim, que se compromete a proteger sua soberania e integridade territorial diante das tensões e das vendas de armas por parte dos EUA.
As implicações dessa conversa são significativas, pois podem afetar não apenas as relações bilaterais entre China e EUA, mas também a dinâmica regional na Ásia-Pacífico. A advertência de Xi a Trump sugere um aumento nas tensões geopolíticas e ressalta a necessidade de um diálogo cuidadoso sobre questões de segurança, especialmente no que diz respeito a Taiwan. A continuidade desse tema pode influenciar futuras interações diplomáticas entre as duas potências.

