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Economia

Alckmin não vê impacto da guerra na decisão sobre juros do Banco Central

Amanda Rocha
Última atualização: 14 de março de 2026 13:05
Amanda Rocha
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Tempo: 2 min.
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O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, declarou neste sábado (14) que não percebe impacto da guerra no Oriente Médio na decisão do Banco Central sobre a taxa básica de juros. Alckmin fez a afirmação durante visita a uma concessionária da Scania nas proximidades de Brasília.

“Não adianta aumentar juros que não vai cair o preço do petróleo. Não acredito não. A taxa de juros está muito elevada. Já não é um mês. Já está elevada há muito tempo”, afirmou Alckmin, referindo-se à decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) marcada para a próxima quarta-feira (18).

O vice-presidente destacou que, em comparação com o restante do mundo, a taxa de juros do Brasil está entre as mais altas. “Então, todo o empenho pela redução da taxa de juros”, acrescentou. O mercado financeiro prevê uma redução da Selic.

Alckmin também mencionou que o Federal Reserve (Fed) exclui do seu cálculo sobre os juros a agricultura e o petróleo, pois acredita que os juros não contribuirão para a redução do preço das commodities ou para a ocorrência de chuvas. Ele expressou seu desejo de que a guerra termine rapidamente, pois traz problemas globais, mas não respondeu se haverá mais medidas para controlar os preços dos combustíveis no Brasil.

““Torcer para a guerra parar o mais rápido possível, acompanhar o preço do barril do petróleo. Mas eu diria que foram duas decisões importantes. Garantir o abastecimento, não faltar diesel e, de outro lado, agir para reduzir o preço, para evitar um aumento grande do diesel“, completou.”

TAGGED:Banco CentralBrasíliaComitê de Política MonetáriaCopomFederal ReserveGeraldo AlckminJurosMacroeconomiaScaniaSelic
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