Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Alunas da EJA ‘rasgam’ frases machistas em vídeo viral e pedem liberdade para estudar
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Educação

Alunas da EJA ‘rasgam’ frases machistas em vídeo viral e pedem liberdade para estudar

Amanda Rocha
Última atualização: 10 de março de 2026 10:03
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Alunas da Educação para Jovens e Adultos (EJA) gravaram um vídeo que viralizou, no qual ‘rasgam’ frases machistas como ‘Você não vai sair de casa sem a minha permissão’ e ‘Sem mim, você não é nada’. A ação visa sensibilizar a população sobre os impactos do machismo na educação das mulheres.

O vídeo foi produzido na Escola Figueiredo Correia, em Várzea Alegre (CE), como parte das comemorações do Dia da Mulher. As estudantes atuam como porta-vozes de colegas que enfrentaram violência psicológica, não retratando experiências pessoais.

“Temos alunas com muita vontade de ir para a escola, mas os maridos chegam em casa e não as deixam ir… decidimos trabalhar essas frases para incentivar e mostrar que a educação é um caminho de liberdade”, afirmou Lucivânia Alves, professora da turma.

Duas mulheres que participaram do vídeo relataram como a EJA foi fundamental para sua independência. Kelly Barreto dos Santos, de 45 anos, pescadora, contou que, com o apoio do marido, conseguiu encontrar tempo para estudar à noite. “Antigamente, eu não conseguia ler as palavras. Hoje, eu já consigo… E posso ir ao mercado e pegar meu troco direitinho”, disse.

Josefa Borges, de 65 anos, que sempre esteve ocupada com tarefas domésticas, decidiu buscar a alfabetização. “Nunca tive a oportunidade de estudar quando era mais nova. Eu sabia só escrever meu nome mesmo. E agora eu sei bastante conta… somar as contas de matemática, as contas que a professora faz… Eu faço tudo”, compartilhou.

A ação das alunas ocorre em um momento crítico para a EJA no Brasil. Dados do Censo Escolar (INEP) mostram uma queda acentuada nas matrículas da modalidade, com 734 turmas a menos em 2025 em comparação a 2024. No ensino médio, houve uma redução de cerca de 130 mil matrículas em um ano, passando de 976.390 em 2024 para 845.627 em 2025.

TAGGED:CEEJAEscola Figueiredo CorreiaInepJosefa BorgesKelly Barreto dos SantosLiberdadeLucivânia AlvesMachismoMulheresVárzea Alegre
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior IA Cria Vacina Contra Coronavírus em Teste Humano
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?