No dia 28 de fevereiro de 2026, o Irã passou por uma transformação drástica após um ataque-surpresa autorizado por Donald Trump. Caças americanos e aviões israelenses bombardearam simultaneamente vários alvos, resultando na morte do aiatolá supremo, Ali Khamenei, e de aproximadamente quatro dezenas de membros da elite do poder iraniano.
O ataque desencadeou uma reação do Irã, que lançou drones e mísseis contra Israel e países vizinhos, iniciando um conflito que, até o dia 6 de março, não mostrava sinais de diminuição. A morte de Khamenei não significou o fim da teocracia, mas alterou irreversivelmente a dinâmica do Oriente Médio.
Trump e Netanyahu planejavam o ataque enquanto o Irã negociava um acordo com os Estados Unidos. A CIA havia alertado sobre uma reunião da cúpula iraniana, o que levou à decisão de atacar. As justificativas para o ataque incluíam segurança nacional e a necessidade de um novo regime no Irã. Trump incentivou a população iraniana a tomar o governo: ‘Quando terminarmos, tomem o governo’.
Até o dia 4 de março, mais de 1.000 pessoas haviam morrido nos ataques, e o Irã relatou um ataque a uma escola que resultou na morte de 175 pessoas. Os Estados Unidos e Israel negaram responsabilidades. O Irã retaliou com ataques a bases americanas no Golfo e a infraestrutura em países vizinhos, causando caos na aviação global.
A escalada do conflito envolveu a milícia libanesa Hezbollah, que atacou Israel, e a participação de potências como França e Reino Unido, que enviaram forças para proteger suas bases. O Irã também ameaçou fechar o Estreito de Ormuz, crucial para o transporte de petróleo e gás.
O regime iraniano, já fragilizado por protestos internos e uma economia em crise, enfrenta um futuro incerto. A morte de Khamenei levou à formação de um conselho para escolher seu sucessor, mas não há um herdeiro claro. Especialistas afirmam que a operação pode marcar o início do fim da República Islâmica como a conhecemos.
Com a situação em constante evolução, o Oriente Médio se reconfigura, e a influência iraniana na região deve diminuir, beneficiando potências como os Estados Unidos e Israel.

