Os ataques coordenados dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã resultaram na morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país por quase quatro décadas, em 28 de fevereiro de 2026. O ataque mergulhou o Irã em profunda incerteza política e desencadeou um conflito que ameaça envolver grande parte do Oriente Médio.
A operação militar foi meticulosamente planejada e executada durante uma reunião de Khamenei com seus principais assessores de segurança e defesa. O serviço de inteligência israelense Mossad monitorava o líder iraniano através de câmeras de trânsito hackeadas em Teerã, enquanto os Estados Unidos contribuíram com inteligência humana no local.
O ataque resultou na morte de 49 integrantes do alto escalão do regime, incluindo o comandante do Corpo da Guarda Revolucionária Iraniana, o comandante das Forças Armadas, o chefe do Estado-Maior Conjunto e o chefe da Inteligência. Mostafa Khamenei, filho do líder supremo, ficou gravemente ferido e permaneceu inconsciente até 2 de março.
A guerra já chegou ao seu sétimo dia e, segundo a ONU, envolve de alguma forma pelo menos 16 países. Em resposta aos ataques, o Irã lançou contraofensivas contra cerca de 12 países, utilizando drones e mísseis balísticos detectados no Azerbaijão, Israel, Qatar, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Kuwait.
Apenas os Emirados Árabes Unidos afirmaram ter interceptado 196 mísseis balísticos e mais de mil drones iranianos. Israel intensificou bombardeios no sul de Beirute, onde opera o Hezbollah, grupo armado apoiado pelo Irã. Moradores receberam ordens para evacuar imediatamente, causando caos nos bairros com pessoas fugindo em massa.
Pelo menos 217 pessoas morreram no Líbano entre 2 e 5 de março, enquanto Israel acumulava tropas e blindados na fronteira. A Europa também começou a entrar mais diretamente no conflito, com o Reino Unido enviando caças para o Catar e helicópteros militares para Chipre. A Itália anunciou o envio de defesa aérea para países do Golfo, enquanto a França mobilizou caças Rafale para os Emirados Árabes Unidos e para o Mediterrâneo Oriental, além do porta-aviões Charles de Gaulle.
O momento do ataque coincidiu com o período que antecede o Purim, festa judaica que celebra a resistência dos judeus na antiga Pérsia a uma tentativa de extermínio. O primeiro-ministro israelense fez referência a esse simbolismo em seu pronunciamento inicial, alcançando 92% de aprovação popular em Israel para a operação militar, segundo pesquisas recentes.

