O Ministério da Saúde do Líbano informou que ao menos 486 pessoas foram mortas no país desde o início dos ataques israelenses na semana passada.
Na madrugada de domingo (8), dois soldados israelenses também foram mortos no sul do Líbano, conforme comunicado do Exército de Israel.
O conflito gerou o deslocamento de quase 700 mil pessoas em uma semana, segundo uma agência da ONU.
O conflito teve início em 28 de fevereiro, quando um ataque coordenado entre Estados Unidos e Israel resultou na morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, em Teerã. Autoridades iranianas de alto escalão também foram mortas durante os ataques.
Os EUA afirmam ter destruído dezenas de navios e alvos militares iranianos. Em resposta, o Irã atacou diversos países da região, incluindo Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Jordânia, visando interesses dos Estados Unidos e de Israel.
Desde o início da guerra, mais de 1.200 civis morreram no Irã, segundo a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos. A Casa Branca registrou ao menos sete mortes de soldados americanos em decorrência dos ataques iranianos.
O Hezbollah, grupo armado apoiado pelo Irã, atacou Israel em retaliação à morte de Khamenei, levando Israel a realizar ofensivas aéreas contra alvos do Hezbollah no Líbano.
““O Hezbollah, um grupo armado apoiado pelo Irã, atacou o território israelense em retaliação à morte de Ali Khamenei.””
Após a morte de Khamenei, um novo líder supremo foi escolhido no Irã: Mojtaba Khamenei, seu filho. Especialistas acreditam que ele não fará mudanças significativas na liderança do país.
““Donald Trump classificou a escolha de Mojtaba como um ‘grande erro’.””


