O Atlético-MG vive uma crise inédita após seis temporadas de hegemonia estadual. A pressão interna aumentou após a derrota por 1 a 0 para o Cruzeiro, que intensificou as cobranças por melhores resultados na sequência de 2026.
Com o objetivo de conquistar o hepta do Mineiro frustrado, o Alvinegro não poderá contar com a competição como suporte. O time já se prepara para voltar a campo na próxima quarta-feira (11), onde enfrentará o Internacional pelo Campeonato Brasileiro.
Jogadores como Everson, Alonso e Hulk enfrentam essa situação pela primeira vez desde que foram contratados. O goleiro e o atacante perderam a chance de conquistar o nono troféu pelo clube. Atualmente, o Atlético-MG ocupa a 17ª colocação no Brasileiro, com apenas dois pontos, resultado de dois empates e duas derrotas.
Eduardo Domínguez, contratado como substituto de Jorge Sampaoli, fará seu terceiro jogo pelo Alvinegro, todos pelo Estadual, e estreará na Série A contra o Internacional.
O início de 2026 tem sido difícil para alguns jogadores, que receberam críticas da torcida e da imprensa. Jogadores como Alonso, Preciado, Natanael, Igor Gomes, Bernard e Cuello tornaram-se alvos frequentes de insatisfação.
A pressão também recai sobre a diretoria de futebol e a cúpula da SAF, que enfrentam cobranças pela movimentação no mercado. Desde o fim do ano passado, a necessidade de contratações de um primeiro volante e um zagueiro é exigida, mas até o momento não foram realizadas. O clube contratou o argentino Tomás Perez, emprestado pelo Porto, mas ele ainda não estreou e não é visto como a solução necessária para o meio-campo.


